Quinta-feira, 07 de Maio de 2009

 

A minha sugestão é VOVÔ TSONGONHANAO. O texto conta a história de um homem simples que viveu os horrores da guerra, primeiro a colonial e depois a civil que devastaram o seu país espalhando o caos, o terror, a destruição, a fome e a morte.

E é este velho que salva um menino de rua, sem família, tornando-o seu discípulo e transmitindo-lhe uma série de ensinamentos, não só aquele que constituirá no futuro o garante da sua sobrevivência e da sua família e que consiste em aprender a trabalhar as raízes da mafurreira, transformando-as em belas peças de arte, mas também outros, designadamente: o que é ser gente, pessoa e o que é afinal a vida.

 
            “ Vale mais uma vida do que todos os bens materiais! Não conseguimos dar a vida a ninguém, nem a nada! Com os bens materiais é diferente: qualquer um de nós, com maior ou menor dificuldade, consegue produzir qualquer coisa!”.
 
Ora são estas palavras simples mas sábias que nos abrem os olhos e nos dão uma verdadeira lição de vida.
 Aquilo que este homem valoriza são pequenas/grandes coisas, como o nascer e o pôr do Sol; a Natureza; a caça e a pesca regradas como garantes da sua sobrevivência; beber o chá; a sua palhota que o abriga, entre outras.
Esta narrativa é um convite à reflexão, uma aventura pelo caminho da espiritualidade. Afinal, há quem consiga ser feliz com o essencial, vendo as coisas com os “olhos do espírito” que vêem o invisível não se deixando ofuscar pela materialidade.
Prof. Isabel Costa

 02_20_w.gif (6031 bytes)O saber não ocupa lugar

 

 Augusto Manuel Carlos nasceu em Moçambique, no Caniçado, província de Gaza, no ano de 1955, tendo vivido naquele país até aos 25 anos. Reside desde 1980 em Portugal.
Cursou engenharia civil no I.I.L.M. (Moçambique) e no I.S.E.L. (Lisboa).
Frequentou durante dois anos o curso de Filosofia, da Escola de Filosofia de Associação Cultural Nova Acrópole, em Lisboa.
Iniciou a carreira profissional como professor do Ensino Básico por um período de sete anos. Contudo, foi como empresário que fez da Engenharia Civil o meio que lhe permitiu chegar ao que considera serem fins em si: a busca da razão de ser da vida, de modo a encontrar o que julga ser a verdade e, por inerência, a felicidade....

 



publicado por leraprenderecrescer às 14:30
no Agrupamento de Escolas de Oleiros
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