Quinta-feira, 21 de Maio de 2009

SOL – estrela de quinta grandeza.
Hélio, irradia energia, luz e calor
há corpos celeste de misteriosa beleza,
planetas que giram ao seu redor! ...

MERCÚRIO – o filho de Júpiter.
Planeta mais próximo do Sol.
Mensageiro do Olimpo – Hermes.
Revolução rápida em torno do Sol.

VÉNUS – o planeta mais brilhante!
Estrela d' Alva, Vespertina, Estrela do Pastor.
No universo, és belo e radiante
Na Terra, admiram. Saúdam em louvor! ...

TERRA – nossa origem, nosso mundo.

A vida surge, cresce, transforma, evolue! ...
Árvores, pássaros, água, céu azul, mundo
que Deus arquitectou, geometrizou, criou – Génese.

MARTE e Terra, mundo similares.
Frio, ventos, dunas de areias ondulantes,
diminuta água, gelo, póros capilares.
O misterioso avermelhado, ... Rochas, pirâmides...

JÚPITER – do sistema solar, o maior.
ZEUS – filho de Saturno e Cibele (Grã-Madre).
Luas, mundos delicados, vulcânico ao redor,
Calisto, Lo, Amaltéia, Ganimedes – a grande.

SATURNO – destacado por lindos anéis,
cinturão radioactivo, campo magnético.
Circundado por sistema de satélites.
Titã, maior do sistema solar. Magnífico! ...

URANO – astro personificado “o Pai dos Céus”.
Herschel, astrónomo, revolucionou a ciência.
São 84 anos sua volta em torno do Sol.
Era de Aquário, conquista sideral, ascendência ...

NEPTUNO – Poseidon – simbolizando “o Deus do Mar”.
Estudos das órbitas de Urano, confirmação
de Leverrier, a existência do deus mar,
astro da inspiração, sublime exaltação !

PLUTÃO – planeta mais afastado do Sol.
Órbita excêntrica deste astro distante ...
250 anos o giro em volta do Sol.
Seu satélite, a grande lua Caronte.
E ...

 

 

Inajá Adlin

 

 

 



publicado por leraprenderecrescer às 11:58
Quinta-feira, 14 de Maio de 2009

Naquele «pic-nic» de burguesas,
Houve uma coisa simplesmente bela,
E que, sem ter história nem grandezas,
Em todo o caso dava uma aguarela.

Foi quando tu, descendo do burrico,
Foste colher, sem imposturas tolas,
A um granzoal azul de grão-de-bico
Um ramalhete rubro de papoulas.

Pouco depois, em cima duns penhascos,
Nós acampámos, inda o sol se via;
E houve talhadas de melão, damascos,
E pão de ló molhado em malvasia.

Mas, todo púrpuro, a sair da renda
Dos teus dois seios como duas rolas,
Era o supremo encanto da merenda.

O ramalhete rubro das papoulas.


Cesário Verde 

 

02_20_w.gif (6031 bytes)O saber não ocupa lugar

 

 José Joaquim Cesário Verde (Lisboa, 25 de Fevereiro de 1855 — Lumiar, 19 de Julho de 1886) foi um poeta português .

 

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publicado por leraprenderecrescer às 11:58
Quinta-feira, 07 de Maio de 2009

 

A minha sugestão é VOVÔ TSONGONHANAO. O texto conta a história de um homem simples que viveu os horrores da guerra, primeiro a colonial e depois a civil que devastaram o seu país espalhando o caos, o terror, a destruição, a fome e a morte.

E é este velho que salva um menino de rua, sem família, tornando-o seu discípulo e transmitindo-lhe uma série de ensinamentos, não só aquele que constituirá no futuro o garante da sua sobrevivência e da sua família e que consiste em aprender a trabalhar as raízes da mafurreira, transformando-as em belas peças de arte, mas também outros, designadamente: o que é ser gente, pessoa e o que é afinal a vida.

 
            “ Vale mais uma vida do que todos os bens materiais! Não conseguimos dar a vida a ninguém, nem a nada! Com os bens materiais é diferente: qualquer um de nós, com maior ou menor dificuldade, consegue produzir qualquer coisa!”.
 
Ora são estas palavras simples mas sábias que nos abrem os olhos e nos dão uma verdadeira lição de vida.
 Aquilo que este homem valoriza são pequenas/grandes coisas, como o nascer e o pôr do Sol; a Natureza; a caça e a pesca regradas como garantes da sua sobrevivência; beber o chá; a sua palhota que o abriga, entre outras.
Esta narrativa é um convite à reflexão, uma aventura pelo caminho da espiritualidade. Afinal, há quem consiga ser feliz com o essencial, vendo as coisas com os “olhos do espírito” que vêem o invisível não se deixando ofuscar pela materialidade.
Prof. Isabel Costa

 02_20_w.gif (6031 bytes)O saber não ocupa lugar

 

 Augusto Manuel Carlos nasceu em Moçambique, no Caniçado, província de Gaza, no ano de 1955, tendo vivido naquele país até aos 25 anos. Reside desde 1980 em Portugal.
Cursou engenharia civil no I.I.L.M. (Moçambique) e no I.S.E.L. (Lisboa).
Frequentou durante dois anos o curso de Filosofia, da Escola de Filosofia de Associação Cultural Nova Acrópole, em Lisboa.
Iniciou a carreira profissional como professor do Ensino Básico por um período de sete anos. Contudo, foi como empresário que fez da Engenharia Civil o meio que lhe permitiu chegar ao que considera serem fins em si: a busca da razão de ser da vida, de modo a encontrar o que julga ser a verdade e, por inerência, a felicidade....

 



publicado por leraprenderecrescer às 14:30
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